“Da Tecnologia Digital às Tecnologias Relacionais: um novo ciclo do Bailux


Durante os últimos 20 anos, minha pesquisa de desterritorializaçáo da Arte esteve voltada às tecnologias digitais e o software livre como ferramentas de inclusão, criação e empoderamento social. Hoje, sem abandonar esse percurso do bailux, reconheço a necessidade de expansão do conceito de tecnologia O Bailux em 2026 inicia um novo ciclo de investigação centrado nas tecnologias relacionais: práticas que cultivam a qualidade da presença, da escuta, da cooperação e do pertencimento. Nesse percurso, a arte, os processos criativos analógicos e os jogos de tabuleiro milenares deixam de ser apenas meios de expressão ou entretenimento para se tornarem dispositivos de encontro, aprendizagem e construção de comunidades. Em um tempo marcado pela aceleração e pela hiperconectividade, proponho investigar como experiências lentas, sensíveis e presenciais podem restaurar vínculos entre pessoas, memória, território e natureza. Mais do que desenvolver novas tecnologias, o desafio passa a ser redescobrir formas ancestrais de estar junto e de criar, reconhecendo que a qualidade das relações talvez seja a tecnologia mais transformadora de todas.
Texto híbrido: autoral e o uso da IA Gemini

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